quarta-feira, 3 de junho de 2009

DIGITAÇÃO DO CLARINETE

Estas informações incluem esclarecimentos para todos clarinetistas iniciantes de qualquer tipo de clarinete:soprano,contralto e baixo.
POSIÇÃO DE MÃOS E DEDOS
É muito importante obedecer a postura correta,pois irá detreminar os resultados e qualidade do seu aprendizado.Aposição correta dos dedos sobre as teclas começa com oprimeiro dedo da mão esquerda ,mantenha os dedos curvos, e a ponta dos dedos no centro das chaves;

Introdução ao estuda do CLARINETE

PREFÁCIO:
Oclarinete é um instrumento descendente da CHARAMELA,instrumento bastante popular na Europa pelo menos desde a Idade Média séc. 15.Por volta de 690,durante o barroco,um fabricante de instrumentos que vivia em Nuremburg,na Alemanha, chamado Johann Christoph Denner,Charamelista alemão,acrescentou á sua charamela uma chave para o polegar da mão esquerada para que assim pudesse tocar, o que lhe trouxe mais possibilidades sonoras.Surgiu assim o clarinete comtemporâneo.Introduzido nas orquestras em 1750,foi um dos últimos instrumentos de sopro incorporados na formação orquestral moderna.O som do clarinete fascinou a Mozart.

cavaquinho


Cavaquinho
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Cavaquinho em exposição.
O cavaquinho, braguinha, braga, machete, machetinho ou machete-de-braga é um instrumento cordofone que soa por dedilhado, menor que a viola, de grande popularidade como acompanhador e mesmo solista nas orquestras do povo. O ponto é dividido em 17 trastos; tem quatro cordas de tripa ou de metal, afinadas normalmente em sol-sol-si-ré, lá-lá-dó#-mi, sol-si-ré-mi, ré-sol-si-ré ou, mais raramente, em ré-sol-si-mi (este mais utilizado por pessoas que já tocam violão e não querem ter que aprender outros acordes). O efeito assemelha-se ao do bandolim ou da bandurrilha. É um instrumento fundamental nas tunas académicas em Portugal, normalmente com a afinação mi-lá-si-ré.
O cavaquinho, segundo Gonçalo Sampaio, é procedente de Braga, tendo sido criado pelos Biscainhos. O cavaquinho tem uma afinação própria da cidade de Braga que é ré-lá-si-mi.
Além de Portugal, é usado em Cabo Verde, Moçambique e Brasil.
No Brasil esse instrumento é usado nas congadas paulistas e forma historicamente o conjunto básico, junto com o bandolim, a flauta e o violão, para execução de choros. Waldir Azevedo é o mais conhecido músico de choro que tocava esse instrumento. Considerado, ainda em vida deste, como seu sucessor, o músico paulista Roberto Barbosa, mais conhecido por Canhotinho, é hoje considerado uma das principais referências no instrumento, por ter aprimorado a técnica deixada por Waldir Azevedo. Canhotinho é há cerca de 40 anos o arranjador do renomado conjunto de samba Demônios da Garoa.
As ilhas do Havaí têm um instrumento similar ao cavaquinho chamado ukulele, também com quatro cordas e um formato semelhante ao do cavaquinho, que se julga ser uma alteração do cavaquinho, trazido por emigrantes portugueses em 1879. Actualmente o cavaquinho é instrumento obrigatório nas rodas de samba e afins como nos desfiles das escolas de samba espalhadas pelo mundo fora.

[editar] Ver também
Choro
Waldir Azevedo
Canhotinho










Violino
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O violino e seu estojo
O violino é um instrumento musical, classificado como instrumento de cordas friccionadas. É o mais agudo dos instrumentos de sua família (que ainda possui a viola, o violoncelo e o contrabaixo e a rabeca), corresponde ao Soprano da voz humana. Possui quatro cordas (Mi1, Lá2, Ré3, Sol4). O timbre do violino é agudo, brilhante e estridente, mas, dependendo do encordamento utilizado, podem-se produzir timbres mais aveludados. O som geralmente é produzido pela acção de friccionar as cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. Também pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas (pizzicato), pela fricção da parte de madeira do arco (col legno), ou mesmo por percussão com os dedos ou com a parte de trás do arco.
Assim como outros instrumentos de cordas, os violinos também podem ser amplificados eletronicamente. A sua utilização mais comum é nos naipes de cordas das orquestras. O género mais comum é a música erudita. Existem no entanto diversos músicos que o utilizam na música folclórica, jazz, rock e outros géneros populares.
Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos.
Esticada na parte inferior do arco estão as cerdas, que são feitas de vários fios de crina de cavalo, ou de material sintético.
A extensão do violino é do Sol2 (mais grave e a última corda solta), ao Sol6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir).
Índice[esconder]
1 História do violino
1.1 Stradivarius
2 Construção
2.1 Partes do Violino
2.2 Cuidados
3 Execução
3.1 Posição Correta
3.2 Posição do violino no corpo
3.3 Como usar a mão esquerda
3.4 Como pegar o arco
4 Técnicas de arco
5 Ver também
6 Ligações externas
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[editar] História do violino
Os primeiros violinos foram feitos na favela entre os meados do fim do [[século CCI] e o início do século XVII, evoluindo de antecessores como a rebec, a vielle e a lyra da braccio. Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três famílias de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius .
O violino propriamente dito manteve-se inalterado por mil anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas, graças às mudanças feitas pelo fabricante de arcos François Tourte, a pedido do virtuose Giovanni Battista Viotti, em 1782.
O violino tem longa história na execução de músicas de raiz popular, que vem desde os seus antecessores (como a vielle). A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV.

[editar] Stradivarius
Os violinos Stradivarius são os mais valiosos do mundo. Foram feitos mais de mil instrumentos, entre eles violinos, violas, violoncelos e outros instrumentos de cordas pelo mestre Antonio Stradivarius (1644-1737), mas actualmente restam poucos instrumentos feitos por ele no mundo. Um Stradivarius de 1720, não dos mais famosos, foi comprado num leilão em Novembro de 1990 por 1,7 milhão de dólares. Em 2006 foi leiloado na casa de leilões Christie's um Stradivarius de 1729 (Hammer), foi arrematado por 3,5 milhões de dólares.
Um dos vários segredos da beleza estética dos violinos de Stradivari reside no facto de o seu construtor os desenhar utilizando a Secção Áurea. A Secção Áurea representa um elemento de equilíbrio estético. Já a sua qualidade sonora, mesmo com as tecnologias existentes, nunca foi superada. É bastante provável que seja apenas fruto da idade dos instrumentos.

[editar] Construção
Como outros instrumentos de cordas, os violinos são construídos por luthiers. A luthieria ou liuteria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa de ressonância. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.
Tradicionalmente são instrumentos puramente acústicos, cujo som é amplificado naturalmente pela caixa de ressonância de madeira. No entanto, existem instrumentos amplificados eletronicamente, através de captadores ou microfones. Assim como as guitarras eléctricas, os violinos electrificados não necessitam de caixa de ressonância. Alguns possuem corpo maciço e outros nem possuem corpo, mas apenas molduras para a sustentação das cordas.

[editar] Partes do Violino

Estojo de violino : vista geral.
O violino é guardado, normalmente, num estojo cuja forma e material podem variar. Esse estojo contém necessariamente o violino, o arco, a resina, a almofada (ou espaleira), uma surdina, uma flanela para limpeza e cordas sobressalentes. Pode conter, esporadicamente, dependendo do caso, partituras, um outro arco, um metrónomo, um higrómetro, um humidificador, um diapasão, giz para conservação das cravelhas.


Legenda :
Voluta
Cravelha
Pestana
Espelho
Escala
Corda
Resina ou breu
Antiga corda de tripa. A sua antiguidade nota-se pela cor amarelada e pela sua forma (a extremidade conservou-se enrolada pela cravelha)
Higrómetro
Arco
Legenda :
Queixeira
Estandarte
Fixo
Surdina
Talão
Humidificador
Corda nova no pacote
Espaleira

Violino - detalhes
Ouvidos, Efes ou Aberturas acústicas são os orifícios que permitem aos sons (vibrações), amplificados pelo corpo do instrumento, atingir o espaço externo e finalmente os nossos ouvidos.
Cravelhas são as peças de madeira (quatro, uma para cada corda), onde se fixam as cordas, e são usadas para afinar o instrumento girando-as em sentido horário ou anti-horário, a fim de retesar ou afrouxar as cordas. Os violinos desafinam com facilidade, especialmente com mudanças de temperatura, ou em viagens longas. Um violino precisa ser afinado muitas vezes até que as cordas novas se acomodem.
Cavalete é a peça na qual se apoiam as 4 cordas distendidas. A parte inferior do cavalete - dois pequenos pés - fica apoiada no plano harmónico do violino (tampo superior - o inferior chama-se fundo). Pequenas ranhuras no cavalete mantêm as cordas no lugar. O cavalete transforma as vibrações horizontais em verticais e depois transmite as vibrações das cordas para o corpo do violino.
Cordas: Antigamente eram feitas de tripa de carneiro. Hoje são de aço cromado ou de material sintético, revestidas com uma fita metálica de alumínio, níquel, ou, as melhores, de prata. A afinação padrão para as cordas seguindo por ordem de espessura é Mi (1ª corda, a mais fina), Lá (2ª corda), Ré (3ª) e Sol (a 4ª corda, a mais grossa).
Estandarte é uma peça aproximadamente triangular que fixa as cordas na extremidade oposta ao braço.
Fixo é um pequeno acessório metálico que se prende no estandarte, no furo correspondente às cordas. Possui um parafuso que ao girá-lo, permite precisão na afinação da corda.
Queixeira: Peça anatómica que serve para o violinista acomodar de maneira mais confortável o violino ao queixo. Foi inventada pelo alemão Ludwig Spohr.
O Arco é feito de madeira (os melhores em Pau-Brasil pernambucano). Fios de crina de cavalo (ou de plástico tipo nylon) são ajustados às duas extremidades desta peça de madeira, longa e curva, com cerca de 75 cm de comprimento. A crina de cavalo dá uma maior qualidade ao som e o ajuste da sua tensão é feito por um parafuso colocado no talão, a parte segurada pela mão direita do violinista. A outra extremidade do arco denomina-se ponta. O arco do violino é como a respiração para os cantores ou instrumentistas de sopro. Os seus movimentos e sua articulação constituem a dicção dos sons e a articulação das células rítmicas e melódicas. Todas as nuances sonoras, colorido e dinâmica musical do violino estão intimamente ligadas à relação existente entre a condução do arco e a precisão dos movimentos sincronizados da mão esquerda junto com a mão direita.
A almofada é um acessório utilizado para apoiar o violino ao ombro do musico. Não é um acessório obrigatório, é utilizado apenas quando o músico não consegue apoiar o violino ao ombro.

[editar] Cuidados
Mantenha o violino afastado do Sol, pois o calor pode fazer a madeira rachar ou descolar.
Passar regularmente uma flanela no violino, pois a poeira além de desgastar o violino, diminui o tempo de duração das cordas.
Limpar as mãos antes de manusear o violino
Passar sempre que necessário a resina nas cerdas do arco, se tocar.
Afrouxar as cerdas do arco antes de guardar o instrumento, recorrendo ao parafuso-sem-fim. Este ponto é de grande importância dado que a vara do arco (parte da madeira) tem uma curvatura ideal para produzir o som, quando a tensão das cerdas se mantém exagerada por longos períodos de tempo, esta curvatura tende a desaparecer e o arco fica então inutilizado.

[editar] Execução
A execução mais comum é a fricção do arco nas cordas. Antes de tocar o instrumento, o violinista passa sobre as cerdas uma resina chamada breu, que tem o efeito de produzir o atrito entre as cerdas e as cordas, gerando o som. O som produzido pelas cordas é transmitido ao corpo oco do violino, denominado caixa de ressonância, pela alma, um cilindro de madeira que fica dentro do corpo do violino, mais ou menos abaixo do lado direito do cavalete. A alma liga, mecânica e acusticamente, o tampo superior ao inferior do violino, fazendo com que o som vibre por todo o seu corpo.

[editar] Posição Correta
Corpo erecto e busto para frente. As pernas devem ficar um pouco abertas para estabilizar o equilíbrio do corpo. Motivo: Quando o movimento do arco for rápido, o braço direito terá maior facilidade para executar as notas. O peso do corpo deve ficar apoiado nas duas pernas.

[editar] Posição do violino no corpo
O violino deve ser colocado em cima da clavícula esquerda e apoiado de leve no ombro esquerdo. O braço esquerdo deve estar na mesma direcção do pé esquerdo.
Inclinar o violino para o lado direito. Puxar a queixeira e encostá-la no queixo, para manter o violino horizontalmente. Não levantar nem baixar o ombro esquerdo; deixá-lo solto. A técnica do violino é muito delicada. Forçando-se o ombro, o movimento dos braços será impedido. Se o ombro for baixo, usar almofada (Espaleira) , para não forçar o pescoço nem o ombro. A almofada serve para adaptar o instrumento ao corpo do aluno. A queixeira deve ser adequada a cada pessoa para que o violinista fique bem à vontade.
Quando segurar o violino a posição tem de ser natural, isto é, sentir o violino como se fosse uma parte do corpo. Observadas as posições acima explicadas e o arco tocado com leveza, liberdade, harmonia de movimentos e perpendicular em relação à corda, é mais fácil tocar o instrumento.

[editar] Como usar a mão esquerda
O cotovelo esquerdo deve situar-se por baixo do tampo do violino, inclinado para a direita. Para facilitar a movimentação dos dedos esquerdos, o pulso deve estar na mesma direcção do antebraço e completamente relaxado.
A conjuntura dos dedos esquerdos deve estar na altura das cordas. Os 4 dedos (indicador, médio, anelar e mínimo) devem estar encurvados. Colocá-los na direcção da corda, para depois pousá-los. O polegar deve estar apoiado ao de leve no braço do violino, na direcção entre os dois primeiros dedos (indicador e médio). O polegar deve estar assim para que os 4 dedos restantes se apoiem com a mesma força nas cordas. Se alguém tiver o polegar maior, este sobressairá para cima do braço do violino junto à corda sol.
Quando as cordas forem abaixadas pelos dedos, cuidado para não endurecer as falanges dos dedos, nem o cotovelo. Os dedos devem ser colocados sem força, de modo leve sobre as cordas. Quando os dedos não estão sendo usados, deixá-los na posição natural, isto é, encurvados.

[editar] Como pegar o arco
Deixar o braço direito solto, como se estivesse a andar. Pegar no arco com a mão direita livre, sem modificar sua posição. Isto facilitará a movimentação do arco nas cordas.
(Deixar todo o peso do braço sobre o arco, como se o braço estivesse morto).
Forma igual à anterior, com as duas falanges do polegar um pouco curvadas. A extremidade do polegar deve estar na extremidade do talão, deixando o polegar metade para a madeira do arco e metade para o talão. O polegar deve estar perpendicular em relação ao arco.
Segurar o arco entre a 1ª e 2ª falanges do indicador e na 1ª falange do médio; deixar o dedo mínimo na forma arredondada, perto do botão do arco, e segurando pela ponta. O dedo anelar é deixado naturalmente. O polegar deve estar no meio do dedo indicador e do médio, só que do outro lado do arco.
Segurar o arco correctamente é muito importante para uma boa execução. O indicador direito controla a pressão do arco nas cordas, o que afecta o volume e o timbre do instrumento. O violinista precisa manter todo o corpo relaxado, à vontade.
É importante dizer que o dedo indicador e o dedo mínimo promovem funções importantes na intensidade do som obtido. Estas funções são chamadas de pronação e supinação,que são feitos através da ´´rotação´´ do ´´antebraço´´.
Pronação
A pronação é o movimento de pressionar o dedo indicador no arco (rodar o antebraço para o lado esquerdo gerando pressão no dedo indicador), aliviando a pressão exercida pelo dedo mínimo (mindinho). Este movimento acarretará uma maior intensidade do som.
Supinação
A supinação é o movimento de pressionar o dedo mínimo no arco (rodar o antebraço para o lado direito) aliviando a pressão do dedo indicador, fazendo com que o som seja menos intenso. NOTA: Não é necessário fazer pressão com o dedo mínimo, pois o próprio peso do talão é suficiente para a intensidade do som.
Observação: Ponta do arco: Pronação. Talão do arco: Supinação.
É importante para o violinista dominar estas técnicas, aliadas com outras, para uma melhor qualidade nas execuções.

[editar] Técnicas de arco
Pizzicato (beliscado): Os violinistas nem sempre usam o arco quando tocam. O pizzicato consiste em tocar as cordas com os dedos, dando pequenos puxões ou beliscadas. Raramente o pizzicato se estende pela melodia inteira, e quando se lê na partitura a palavra arco os executantes interrompem o pizzicato e voltam a usar o arco.
Col legno (com a madeira): O arco é segurado de lado, de forma que a madeira do arco roce nas cordas, produzindo um curioso efeito rangente. Aparece no começo de Marte, o Mensageiro da Guerra, da suíte de Holst Os Planetas.
Vibrato (vibrado): Uma das importantes técnicas de instrumentos de cordas. Existem 3 tipos de vibrato: o de dedo, o de punho e o de braço. Consiste em fazer o som vibrar, formando uma flutuação mínima na afinação da nota, para cima e para baixo. O vibrato de dedo é para passagens mais rápidas. O de punho é o mais comum, e o de braço é para expressar com certa força, paixão, drama um trecho. É usado sobretudo em notas longas.
Corda dupla: Significa tocar, ao mesmo tempo, em duas, três cordas ou até mesmo quatro cordas, e consequentemente duas, três ou quatro notas (sob a forma de acordes), de uma só vez. É possível tocar três ou quatro cordas simultaneamente, sob a forma de acordes, porém pode-se sustentar apenas duas adjacentes.
Harmónicos ou Flautado: Notas suaves produzidas pelo toque muito leve com a polpa dos dedos em pontos estratégicos sobre a corda. Assemelham-se às notas da flauta e são usadas com mais frequência na música moderna.
Glissando (deslizando): O violinista escorrega o dedo sobre a corda, tocando todas as notas dentro do intervalo tocado, o que permite que todos os sons interpostos sejam ouvidos. Os glissandi aparecem quase exclusivamente nas músicas do século XX.
Sul ponticello (sobre o cavalete): Indica que o violinista deve passar o arco próximo ao cavalete, o que origina um som de timbre brilhante e estridente.
Sul tasto (sobre o espelho): Indica que o violinista deve tanger o arco próximo ao espelho, o que origina um timbre velado e mais suave.

[editar] Ver também

O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Violino.
Lista de violinistas por país

[editar] Ligações externas
Partes do violino em detalhes

clarinete


Fagote
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Fagote

Media:Bassoon-technical-range.ogg
basson (fr), bassoon (en), fagotto (it), fagott (de)
Classificação
Instrumento de sopro
Extensão

Instrumentos relacionados
Corne inglês
Contra-fagoteFagotinoOboéOboé da cacciaOboé d'amore
Artigos relacionados
Instrumento musical
Instrumento de soproPalheta (sopros)

O Wikimedia Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Fagote
O fagote é um instrumento musical da família dos sopros. A palavra fagote deriva do italiano fagotto. É constituído por um longo tubo cônico de madeira de cerca de 2,5 metros, dobrado sobre si mesmo. A palheta dupla é fixada em um tudel de cobre, ou bocal.
Aparecendo com sua forma moderna no século XVIII, o fagote figura proeminentemente em orquestras e grupos de música de câmara. Devido ao complicado dedilhado e às palhetas duplas, o fagote é um instrumento particularmente difícil de aprender, e os estudantes normalmente o escolhem após dominarem um outro instrumento de sopro, como a flauta ou o clarinete.
O fagote é o mais grave instrumento de madeira da família dos sopros. Ele se ramifica ainda em outros dois instrumentos: o fagotino e o contrafagote. O fagotino é um fagote menor e mais agudo, que atualmente está em desuso. O contrafagote é maior que o fagote, pesando cerca de 10 kg, e soa uma oitava abaixo deste.
Índice[esconder]
1 História
1.1 O fagote de 1550 a 1700
1.2 O fagote de 1700 a 1785
1.3 O fagote a partir de 1785
2 O fagote hoje
2.1 O sistema alemão (Heckel)
2.2 O sistema francês (Buffet)
3 Uso em conjunto
3.1 Primeiras formações
3.2 Formações modernas
4 Jazz e Rock
5 Artes plásticas e Literatura
6 Construção e características
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[editar] História

[editar] O fagote de 1550 a 1700

O fagote por volta de 1600
A origem do fagote é bastante remota. Os instrumentos de palhetas duplas já eram utilizados na antigüidade, sobretudo no Egito, no Oriente Médio e na Ásia. No entanto, é na Idade Média que se encontra o precursor do fagote moderno, o dulcian. As origens do dulcian são obscuras, mas no século XVI ele estava disponível em pelo menos oito tamanhos diferentes, e ele continuou sendo usado até o século XVIII, por Bach e outros. Apesar das semelhanças entre o fagote e seu ancestral, como a forma do cone de madeira, o timbre grave, e o uso de furos e chaves, evidências indicam que o fagote barroco foi uma invenção completamente nova, com uma semelhança apenas superficial ao dulcian.
Até 1650, um grande número de instrumentos diferentes coexistiam, sem que, no entanto, possuíssem nomes precisos ou pertencessem a categorias definidas. Alguns estudiosos afirmam que o principal responsável pelo desenvolvimento do fagote foi Martin Hotteterre (?-1712), que pode ter sido também o inventor da flauta transversal de três peças, e do oboé barroco. Por volta de 1650, Hotteterre teria concebido o fagote em quatro seções, além de ter estendido sua extensão até Bb, com a adição de duas chaves (Lange e Thomson, 1979). Uma teoria alternativa indica que Hotteterre foi apenas um dos vários artesãos responsáveis pela criação do instrumento.

[editar] O fagote de 1700 a 1785
Aproximadamente em 1700 o fagote passou por mais uma transformação, tendo uma quarta chave (G#) acrescentada, e foi este instrumento que cativou compositores como J. S. Bach, Haendel e Telemann, e mais tarde também Mozart e Weber. Uma quinta chave, para o grave Eb, foi acrescentada durante a primeira metade do século 18. Alguns dos fabricantes dos fagotes barrocos de 4 e 5 chaves foram J.H. Eichentopf (1678-1769), J. Poerschmann (1680-1757), Thomas Stanesby Jr. (1668-1734), G.H. Scherer (1703-1778) e Prudent Thieriot (1732-1786).
Neste período, numerosas sonatas e concertos são escritos. Vivaldi, por exemplo, dedica ao instrumento cerca de quarenta peças. O claveamento ainda não havia sido inventado, mas começava-se a refletir sobre sua evolução e a se impor um posicionamento das mãos.

[editar] O fagote a partir de 1785

O fagote por volta de 1870
O século XIX é, certamente, a grande época da fabricação dos instrumentos de sopro. Numerosos fabricantes procedem a modificações no instrumento. No entanto, a evolução do fagote é freada pelos próprios músicos, por ser o fagote um instrumento de complicado manuseio e difícil aprendizado. As mudanças de dedilhado demandam dos músicos um grande esforço de adaptação. Nessa época começa a diferenciação entre os dois sistemas existentes atualmente: o Heckel e o Buffet.

[editar] O fagote hoje
Hoje, existem dois tipos de fagotes: o fagote do sistema francês e o do sistema alemão. As principais diferenças entre os instrumentos dos dois sistemas residem na madeira utilizada em sua confecção, a furação e o chaveamento, e conseqüentemente, os diferentes dedilhados etc. São duas as principais fabricantes do fagote francês Buffet-Crampon e Selmer. Heckel, Püchner, Moosmann, Schreiber, Adler, Mönnig, Sonora, Hüller, Amati, Fox e Yamaha estão entre os maiores fabricantes de fagotes do sistema alemão.

Fagote moderno sistema alemão
O sistema alemão encontrou mercado em todo o mundo, até mesmo na França e em certos países latinos onde o fagote francês já estava fortemente consolidado. Também, com a internacionalização da música e da busca de um som orquestral uniforme, certos maestros preferem o fagote alemão, porque seu timbre é mais redondo e se funde melhor à massa orquestral. Hoje, os dois instrumentos coexistem, embora poucos músicos iniciem seus estudos no sistema francês. A França é um dos raros países a propor a especialização nos dois instrumentos.

[editar] O sistema alemão (Heckel)
O design do fagote moderno deve-se ao professor e compositor Carl Almenräder, que, assistido por Gottfried Weber, desenvolveu o fagote de 17 chaves, cuja extensão atinge quatro oitavas. Almenräder publicou em 1823 um primeiro tratado, onde descreve maneiras de melhorar a entonação, a resposta e a facilidade técnica através do aumento e da mudança das chaves. Em 1831 Almenräder fundou sua própria fábrica de instrumentos, junto com Johann Adam Heckel.
Heckel e duas gerações de descendentes continuaram a refinar o fagote, e foi o seu instrumento que se tornou o modelo a que os demais fabricantes deveriam seguir. O próprio Johann A. Heckel chegou a fabricar mais de 4000 instrumentos. O sistema alemão chegou ao século XX dominando o mercado de fabricação de fagotes. Exceto por uma rápida conversão a uma fábrica de armamentos durante o período da guerra, na década de 40, a Heckel continua produzindo seus instrumentos até hoje.

[editar] O sistema francês (Buffet)
O fagote do sistema francês, estabelecido pouco antes do sistema alemão, se transformou de forma mais conservadora. Enquanto o desenvolvimento do fagote Heckel pode se caracterizar como um recondicionamento completo do instrumento sob uma perspectiva acústica e do sistema de chaves, o sistema Buffet se centrou, sobretudo, em melhorias no sistema de chaves. Essa abordagem menos radical priva o sistema francês da consistência melhorada, e logo, da comodidade de uso. Entretanto, apesar de o sistema alemão apresentar em seu timbre mais energia que o Buffet, este último é considerado por muitos como tendo uma qualidade mais vocal e mais expressiva. A esse respeito, o maestro Juan Foulds comentou em 1934 que lamentava o domínio do fagote Heckel, que em sua opinião tinha sons demasiado homogêneos e semelhantes ao som do corne.
Comparados ao sistema Heckel, os fagotes do sistema Buffet têm um mecanismo de certa forma simplificado, requerendo dedilhados diferentes para muitas notas. Os instrumentos Buffet também atingem com mais facilidade os registros mais altos, demandando menos pressão do ar. Ainda que o sistema francês tenha sido extensamente difundido na Inglaterra, seus instrumentos só eram fabricados em Paris, e por volta dos anos 80 os músicos ingleses começaram a abandonar o sistema. Os instrumentos são fabricados hoje por apenas duas empresas: a Buffet-Crampon e a Selmer.

[editar] Uso em conjunto
Nas orquestras modernas é comum haver de dois a quatro fagotes, para que haja um contrafagote quando necessário, e um outro seja solista. Seu timbre o torna adequado para peças líricas ou cômicas. O fagote combina muito bem com os outros instrumentos de palheta dupla, e costuma acompanhar solos de oboé ou corne inglês. Geralmente executa pequenos solos, ou forma duetos com outros instrumentos de sopro. Na música de câmara normalmente se usa o fagote como baixo para quase qualquer combinação de sopros de madeira. Hoje, inclusive, vêm conquistado espaço os quartetos de fagote.

[editar] Primeiras formações
O fagote foi usado inicialmente nas orquestras para reforçar a linha de baixo, e agir como o baixo da família dos instrumentos de palheta dupla. O compositor barroco Jean-Baptiste Lully incluiu em seu Les Petits Violons oboés e fagotes, junto às cordas, em um conjunto de dezesseis peças (e, mais tarde, 21 peças), transformando-o em uma das primeiras orquestras a tocar com os recém-inventados instrumentos de palheta dupla. O compositor Antonio Cesti incluiu um fagote na sua ópera de 1668, Pomo d'oro. No entanto, o uso do fagote nos concertos de orquestra foi muito esporádico até o final do século 17. O uso crescente do fagote como instrumento basso continuo (baixo contínuo) significou sua inclusão nos corpos orquestrais, primeiramente na França, e mais tarde na Itália, Alemanha e Inglaterra. Enquanto isso, compositores como Boismortier, Corrette, Galliard, Zelenka, Fasch e Telemann escreveram para o instrumento músicas de conjunto e solos. Antonio Vivaldi tornou o fagote bastante proeminente ao compor 37 concertos para o instrumento.
Na metade do século, a função do fagote na orquestra ainda era limitada a um instrumento contínuo — uma vez que as partituras do período não mencionavam especificamente o fagote, seu uso estava associado especialmente às partes dos oboés e outros instrumentos de sopro. No começo da era rococó, compositores como Haydn, J.C. Bach, Sammartini e Johann Stamitz passaram a incluir em suas partituras trechos que exploravam o timbre especial do fagote, mais que sua habilidade para dobrar a linha de baixo. No entanto, trabalhos orquestrais com partes inteiramente dedicadas ao fagote só se popularizaram com a chegada do período clássico.
A sinfonia "Jupiter" de Mozart é um bom exemplo, com seus famosos solos de fagote no primeiro movimento. Outro importante uso do fagote durante a era Clássica foi no Harmonie, um conjunto de câmara formado por pares de oboés, trompas e fagotes; mais tarde, dois clarinetes foram acrescentados, formando um octeto. O Harmonie era um conjunto mantido por nobres alemães e austríacos para realização de concertos particulares, além de ser uma alternativa mais barata às grandes orquestras. Haydn, Mozart, Beethoven e Krommer escreveram consideráveis quantidades de peças para o Harmonie.

[editar] Formações modernas
As orquestras sinfônicas modernas possuem, tipicamente, dois fagotes, com um terceiro fazendo o contrafagote. Alguns trabalhos exigem quatro ou mais fagotistas. O primeiro músico é geralmente o solista nas passagens para o fagote. Seu timbre peculiar o torna usável tanto em solos líricos, dramáticos, como no Bolero de Ravel, e também em trechos cômicos, como no tema do avô em Pedro e o lobo, de Sergei Prokofiev. Sua agilidade permite que toque passagens como a famosa linha corrida (dobrada pelas violas e cellos) na abertura de As Bodas de Figaro, de Wolfgang Amadeus Mozart.
La Fiesta Mexicana, de H. Owen Reed, dá grande destaque ao instrumento, assim como a transcrição de Four Scottish Dances de Malcolm Arnold, que se tornou um marco no repertório dos conjuntos de concerto. O fagote também faz parte do quinteto de sopros, junto à flauta, ao oboé, ao clarinete e à trompa. Ele também pode ser combinado de diferentes maneiras aos demais instrumentos de sopro. Richard Strauss, em seu "Duet-Concertino", torna-o personagem principal, ao lado do clarinete, enquanto a orquestra de cordas acompanha a dupla.
O quarteto de fagotes têm conquistado mais visibilidade nos últimos tempos, com o Neo Bubonic Bassoon Quartet sendo um dos mais notáveis grupos do gênero. O "Último tango em Beirute" de Peter Schickele (baseado no tema de Tristan und Isolde) é um trabalho bastante popular; O alter ego ficcional de Schickele, "P. D. Q. Bach", explora as faces mais humorísticas no instrumento com seu quarteto "Lip My Reeds", que em certo momento convoca todos os seus músicos a tocarem apenas com as palhetas.

[editar] Jazz e Rock
O fagote é pouco usado como um instrumento do jazz e raramente visto em um conjunto de jazz. Suas primeiras aparições foram na década de 1920, com trabalhos específicos para o grupo de Paul Whiteman e algumas outras participações improvisadas. As décadas seguintes viram o instrumento ser usado apenas esporadicamente. No entanto, a década de 60 viu artistas como Yusef Lateef e Chick Corea incorporarem o fagote à suas gravações; para a instrumentação diferente e eclética de Lateef, o fagote foi uma espécie de adição natural, enquanto Corea empregou o fagote em combinação com o flautista Hubert Laws.
O fagote executa um papel importante nos anos 1970, com o hit número um da Motown Records, The Tears of a Clown, executado por Smokey Robinson e The Miracles, com instrumentação dos Funk Brothers. Mais recentemente, Illinois Jacquet e Frank Tiberi dobraram o fagote em adição à sua já usual performance no saxofone.Alexandre Silverio, Michael Rabinowitz,Paul Hanson, Karen Borca, Javier Abad, e James Lassen são dos poucos músicos de jazz a tocar apenas o fagote.
Em relação ao rock, Lindsay Cooper utilizou o fagote na banda Henry Cow, e Brian Gulland tocou fagote na banda de rock progressivo com influências medievais Gryphon. Ambos os grupos atuaram no cenário da década de 70.

L'orchestre de l'opéra, quadro de Edgar Degas, 1870
Nos anos 1990, Aimee DeFoe tocou fagote na banda indie Blogurt, de Pittsburgh, Pennsylvania.
[editar] Artes plásticas e Literatura
Grande parte da história antiga do fagote é conhecida por suas representações na pintura; as únicas referências às antigas palhetas de fagote, por exemplo, são as pinturas da Espanha em fins do século 16.
Há também um quadro de Edgar Degas, datado de 1870, chamado "L'orchestre de l'opéra" ("A Orquestra da Opéra"), que apresenta um fagotista diante de vários membros de uma orquestra.

[editar] Construção e características

O fagote é composto de seis partes principais, incluindo a palheta. A campana (6), se estendendo até o topo; O corpo central (baixo) (5), conectando a campana e a seção final; a seção final (4), na parte de baixo do instrumento, que se dobra sobre si mesma; a asa (tenor) do instrumento, (3), que se estende da seção final até o bocal; e o bocal (ou tudel) (2), um fino tubo de metal que liga o corpo do instrumento à palheta (1), que é levada à boca. (? Escute o som da palheta).
O fagote moderno é geralmente feito em bordo, com espécies semi-rígidas como a Sicamora (Acer Pseudoplantanus, Bergahorn em alemão) e a Acer Saccharum (da América do Norte) sendo as madeiras preferidas. Modelos profissionais são freqüentemente confeccionados em Bergahorn. A mais procurada variedade de Bergahorn para a fabricação de fagotes é a chamada . Modelos menos caros feitos de materiais como polipropileno e ebonite, voltados para o uso estudantil ou ao ar livre. O metal também foi utilizado na confecção de fagotes no passado, mas desde 1889 nenhum fabricante utiliza esse material em sua produção.
O corpo do instrumento é cônico, assim como o do oboé e o do saxofone, e os tubos paralelos são conectados na parte de baixo do instrumento por meio de um conector de metal em forma de u, chamado U-tube. Tanto o corpo quanto os furos são feitos mecânicamente, para que se obtenha mais precisão, e cada instrumento é acabado à mão. Como o posicionamento normal dos furos de tom no fagote exigiria uma abertura dos dedos muito maior que a de um adulto médio, foi desenvolvido um método através do qual os furos de saída de ar são perfurados em um ângulo oblíquo ao eixo central do tubo, tornando seu espaçamento exterior manipulável. Uma vez que as paredes da asa e as juntas da seção final são consideravelmente mais finas que as dos outros instrumentos de sopro, o som deve viajar uma boa distância antes de alcançar a parte externa, e é essa característica que contribui, em grande parte, para o som peculiar do fagote.
A junção da asa com a seção final dos instrumentos de madeira também é revestida com uma dura borracha, para impedir danos causados pela umidade, e seu corpo pode ser tingido ou envernizado. O topo da campana é finalizado com um anel de metal, no estilo francês, ou um anel de plástico ou marfim, no sistema alemão. Os bocais estão disponíveis em diferentes comprimentos: o músico escolhe seu bocal de acordo com a altura das notas que pretende tocar.
Dobrado sobre si mesmo, o fagote tem geralmente 1,34 m, embora seu comprimento total seja de 2,54 m. O manuseio do instrumento é facilitado ao se dobrar o tubo, e diminuindo a distância entre os espaçados furos através de um complexo sistema de chaves, que se estende por quase todo o comprimento do instrumento. Existem também fagotes ainda menores, feitos especialmente para as crianças.
Os fagotistas devem aprender três claves diferentes: primeiramente a Clave de Fá (baixo), mas também a Clave de Sol e a Tenor (Dó na quarta linha). O registro do fagote se inicia em B 1 e se estende por três oitavas. Notas mais altas são possíveis, embora muito difíceis de produzir e raramente solicitadas; as partes orquestrais raramente vão além de C ou D - até o difícil solo de abertura de A Sagração da Primavera, de Ígor Stravinski, ascende apenas até o D. A nota grave A no fundo da escala apareceu pela primeira vez em Tristão e Isolda de Wagner, e somente é possível com uma extensão especial acoplada ao instrumento. Esta extensão pode ter a forma de uma campana mais comprida, ou de um tubo de papel, acoplado à campana de Bb do fagote. A nota A baixa, tão freqüentemente usada por Wagner em suas óperas, incentivou Heckel a construir instrumentos capazes de atingir essa nota, e a campana de A ainda existe como uma opção. Enquanto essa campana extra preserva as possibilidades cromáticas, alternativas mais simples tornam o B baixo impossível de ser tocado e afetam a entonação de todas as notas baixas. A última corda do Quinteto de Cordas de Carl Nielsen, de 1922, inclui um A baixo opcional, e Gustav Mahler usa esta bela nota ocasionalmente em suas sinfonias.
Sarrusofone
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Um sarrusofone
Sarrusofone é uma família de instrumentos tranpositores patenteados e produzidos por Pierre-Louis Gautrot em 1856. Foi chamado sarrusofone por causa do maestro de bandas Francês Pierre Auguste Sarrus (1813-1876), idealizador do instrumento (não se sabe se Sarrus era beneficiado financeiramente com a associação ao produtor do instrumento).
O sarrusofone foi criado para servir como substituto, em bandas, do oboé e do fagote, cuja potência sonora não atendia os requisitos necessários para se tocar em lugares abertos, como era comum nas bandas daquela época.
Índice[esconder]
1 Família dos sarrusofones
2 Construção
2.1 Digitação
3 Uso na música erudita
4 Uso no jazz
5 No tempo presente
6 Vínculos externos
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[editar] Família dos sarrusofones
A família dos sarrusofones compreende os seguintes instrumentos (dos quais está indicado, entre parênteses, o possível uso orquestral aproximado):
sopranino em Mib.
soprano em Sib (possível substituto do oboé)
alto em Mib (possível substituto do corne inglês).
tenor em Sib (possível substituto do oboé barítono)
barítono em Mib (possível substituto do fagote em Mib)
baixo em Sib (possível substituto do fagote)
contrabaixo em Mib, Dó ou Sib (possível substituto do contrafagote)
A extensão no instrumento - isto é, sem transpor - é Si♭(x) - Sol(x+3), um semitom a mais que a do saxofone actual. Inicialmente, Gautrot propagandeava uma extensão Si♭(x) - Fa (x+3), como a do saxofone de então. Depois de 1868, foram publicadas por Gautrot digitações que permitiam uma extensão de até três oitavas.

[editar] Construção
Todos os membros da família são feitos de metal, com um corpo cônico. Os membros maiores da família lembram o oficleide. Como o oboé e o fagote, todos os sarrusofones foram projetados para serem tocados com palheta dupla. Posteriormente, boquilhas para palhetas simples, semelhantes às de saxofone alto e soprano, foram desenvolvidas. Não está claro se as boquilhas estavam disponíveis para todos os tipos de sarrusofones. O exemplo mais comum era a do contrabaixo em Mi♭.

[editar] Digitação
A digitação do sarrusofone é quase idêntica à do saxofone, o que fez com que Adolphe Sax abrisse ao menos um processo contra Gautrot, reclamando que este havia infringido sua patente do saxofone. Sax perdeu a causa, uma vez que a justiça considerou que o som produzido pelas duas famílias de instrumentos era nitidamente diferente, apesar das similaridades mecânicas. De toda forma, como o sarrusofone nunca alcançou grande aceitação, os fabricantes não se empenharam em desenvolver seu mecanismo da mesma forma que fizeram com o saxofone. Embora haja excepções, o mecanismo geral do sarrusofone inclui:
Chaves de registro não automáticas (necessárias para se produzir a "quarta alta" da sua extensão). Do sopranino ao baixo, possuem duas chaves de oitava. Os contrabaixos (e às vezes alguns baixos) possuem três, a terceira sendo usada somente para as notas Ré e Mi♭ imediatamente acima da passagem de uma oitava à outra.
As chaves articuladas de Sol♯, chave-dupla de Si♭, chave-de-trinado de Fá♯ ou 1/1 e 1/2 Si♭ não existem no Sarrusofone, embora exista no Saxofone. As chaves (registros) de cima e de baixo do instrumendo não são ligadas. Como surpresa, uma chave-de-trinado de Si para Dó, como são encontradas no saxofone, ficou mais ou menos como padrão na construção do instrumento.
A chave do Si♭ grave é ativada pelo polegar esquerdo, de modo oposto ao que acontece no saxofone, em que a chave é ativa da pelo dedo mínimo da mesma mão.
Uma chave para a alternação rápida entre o Dó de uma oitava e o Ré da oitava seguinte. Essa chave pode ser usada também para tocar o Ré agudo. Pode ser tomada como um equivalente da chave do Ré agudo no saxofone, embora no sarrusofone a posição dessa chave varie.
Não há chaves usadas com a palma da mão para os agudos (como acontece no saxofone). Os agudos no sarrusofone são obtidos com as chaves de registro não automáticas, que permitem facilmente saltos de terças. O corpo relativamente estreito do sarrusofone também ajuda a melhorar a sonoridade dos saltos de terça.
Nos primeiros instrumentos, o uso de rolamentos entre as chaves do Mi♭ grave e Dó grave parecia mais comum que entre o Sol♯ e o Dó♯/Si graves. Adicionalmente, em alguns instrumentos fabricados pela Buffet no início do século XX, a chave do Sol♯ é "semi-articulada", de modo que o trinado entre o Sol e o Sol♯ pode ser feito a partir de uma chave adicional para a mão direita. Muitos saxofones desse período também possuíam esse mecanismo. Além disso, neles não havia conexão entre a chave do Sol♯ e as chaves do Dó♯/B graves, identicamente ao modo como os saxofones eram fabricados naquela época.

[editar] Uso na música erudita
O sarrusofone entra raramente na música de orquestra, sendo dedicado principalmente ao repertório de banda. O primeiro uso documentado do sarrusofone numa orquestra foi a execução de As bodas de Prometeu, de Camille Saint-Saëns na Exposição Universal de Paris em 1867, como substituto de emergência de um contrafagote que estragou no último momento. No início dos século XX, o sarrusofone contrabaixo em Mi♭ (e às vezes o em Dó) esteve em voga como substituto do contrafagote, considerado muito frágil. Foi utilizado, por exemplo, por Maurice Ravel na abertura de Schérazade (1898), Rapsodie espagnole (Rapsódia espanhola - 1907) e L'heure espagnole (A hora espanhola - 1907-1909). Igor Stravinsky incluiu uma parte para sarrusofone contrabaixo em Threni.

[editar] Uso no jazz
Um exemplo extremamente inusual do sarrusofone no jazz está na gravação de 1924 de Clarence Williams do tema Mandy, Make Up Your Mind, com um sarrusofone tocado por Sidney Bechet, virtuoso do sax soprano e do clarinete. É possível que, nesse caso, Bechet tenha usado uma boquilha e uma palheta simples, já que ele não era um instrumentista de palheta dupla. É interessante notar que Bechet posteriormente afirmou jamais ter tocado o sarrusofone.
Nos anos 1970 e 1980o jazzista americano Gerald Oshita tocou jazz de vanguarda em um sarrusofone contrabaixo em Mi♭ fabricado pelas Conn. Mais recentemente (de 1990 a 2006), gravações usando sarrusofones foram feitas por saxofonistas como Scott Robinson, Lenny Pickett, James Carter e Paul Winter.

[editar] No tempo presente
O sarrusofone hoje éstá obsoleto e é usado como "curiosidade" em algumas ocasiões. Nas execuções orquestrais as suas partes são tocadas atualmente pelo contrafagote. Todavia, parece have um ressurgimento do interesse pelo instrumento entre os músicos amadores em bandas nos Estados Unidos.
Recentemente podempos escutá-lo na trilha sonora sinfônica do filme Tombstone (1993), composta por Bruce Broughton.
A afinação do instrumento é um pouco precária e seu som é menos claro, a comparar-se ao do saxofone. Em termos bem-humorados, diz-se que o som do sarrusofone é mais "industrial" ou "rústico".
Novos sarrusofones ainda podem ser comprados a pedido na fábrica de instrumentos italiana Orsi. Historicamente, Orsi, Rampone (posteriormente Rampone & Cazzani), Buffet (sob controle da Evette & Schaeffer), Conn (o contrabaixo em Mi♭), Gautrot e Couesnon (sucessor de Gautrot) foram as marcas mais conhecidas e talvez as únicas a produzirem sarrusofones em quantidade.
A qualidade áspera do som do sarrusofone e a necessidade de uma palheta dupla podem ter contribuido para que ele não se tornasse uma membro das bandas de sopro padrão. Além disso, apesar de originalmente pensados para substituir o oboé e o fagote, as extensões práticas dos sarrusofones correspondentes (soprano e baixo, respectivamente) não os permitiam tocar adequadamente as partes de oboé e fagote, especialmente nas transcrições de orquestra para bandas de sopros. Afirmam-no o famoso maestro de bandas Edwin Franko Goldman e o organologista Anthony Baines.
A necessidade de um membro contrabaixo na família das madeiras existiu desde o século XIX. Desse período até o início do século XX, houve tentativas por Sax, Buffet, Besson e outros de construir um clarinete contrabaixo, tanto em Mi♭ quanto em Si♭. No início da década de 1930, sob a sugestão da American Bandmaster's Association, a empresa francesa Selmer Company obteve sucesso ao introduzir seu modelo contrabaixo em Mi♭. Os populares modelos contrabaixo em Mi♭ e Si♭ da também francesa LeBlanc não foram postos em produção antes da segunda metade da década de 1940, ainda que inventados muito antes.
Pode-se deduzir que o caráter compacto e as qualidades musicais desses instrumentos podem ter contribuido para o abandono do sarrusofone.

[editar] Vínculos externos
Em inglês:
Fotos e conselhos práticos
Pormenores da construção e bibliografia
Fotos de um sarrusofone
Digitação
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarrusofone"
Categorias: Instrumentos de sopro Madeiras (instrumentos musicais)
Xilofone
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Gandingan a Kayo, um xilofone filipino
Xilofone é o nome genérico para vários instrumentos musicais, mais precisamente idiofones percutidos, que consistem em várias lâminas de madeira dispostas cromaticamente. Entre os instrumentos que se podem considerar como xilofones temos o xilofone (propriamente dito), a marimba, o balafon, etc.
O Xilofone propriamente dito é um instrumento musical definido como de percussão, de altura definida ou de som determinado.
Apareceu nas orquestras no século XIX.
Compõe-se de uma seqüência ordenada de placas de madeira, dispostas de maneira análoga às teclas de um piano. Desta maneira, as placas de madeira de som mais grave estão à esquerda do executante e, em direção à direita, as notas vão tornando-se agudas.
Há uma seqüência de placas em primeiro plano que equivalem às teclas brancas do piano (notas naturais) e, em segundo plano um pouco mais elevadas, as placas de madeira que equivalem às teclas pretas do piano (notas acidentadas). Sob cada placa de madeira, há um tubo de ressonância, geralmente em alumínio, que dá corpo ao som.
As placas de madeiras são confeccionadas com todo o esmero possível, criteriosamente secas e afinadas com precisão. Tradicionalmente, a madeira escolhida é o jacarandá (rosewood) mas no Brasil temos um ótimo resultado com ipê.
O xilofone apoia-se sobre um suporte/mesa com rodízios. Percute-se as placas de madeira usando baquetas, com cabeças, que podem ser de madeira dura, de borracha ou outro material sintético, conforme o timbre que se queira.
Semelhante ao xilofone, a marimba, possui mais teclas de madeira mais largas, numa área mais grave.
Precursor do xilofone, é o balafon, originário de África. A diferença esta no reduzido número de teclas e na solução de cabaças para os ressonadores. Isto exige um formato curvo e amarrações em couro e cordas. Alguns músicos de Jazz têm demonstrado interesse por este instrumento musical africano, tendo sido introduzido em seus trabalhos vanguardistas.
3
Evolução do Sistema de Chaves
A evolução da charamela para o clarinete, da responsabilidade de Johann Denner, traduziu-se na criação de
um instrumento que na época (ap. 1690) não tinha mais do que 7 buracos e 2 chaves “operando” num
curtíssimo registro tímbrico de 12ª.
Por volta de 1700, J. Denner colocou as 2 chaves de tal modo que uma delas (chamada “chave de registro”)
possibilitou o aumento da tessitura do clarinete para aproximadamente 3 oitavas.
Em 1710, Jacob Denner, filho de Johannn, efetuou várias experiências na colocação das chaves descobrindo
posições que permitiam atingir registros mais agudos e uma melhor afinação.
Por volta de 1740 foi introduzida a terceira chave e em 1778 o clarinete standard tinha já 5 chaves. Não
obstante, nesta altura o clarinete era, sobretudo tocado por oboístas que tocavam ambos os instrumentos
(oboé e clarinete) não havendo a tradição de um instrumentista se dedicar em exclusivo ao clarinete.
É curioso notar que foi para o clarinete de 5 chaves que Mozart escreveu o seu Concerto e Quinteto. É
extraordinário imaginar a agilidade e virtuosismo do instrumentista a quem na altura coube a missão de
executar tais obras, considerando a complexidade dinâmica, tímbrica e cromática das mesmas, por um lado, e
as limitações técnicas de um instrumento com apenas 5 chaves.
O clarinete de 5 chaves manteve-se como standard até princípios do séc. 19, altura em que Ivan Muller
introduziu lhe importantes modificações, de tal ordem que é por muitos considerados como o verdadeiro pai do
clarinete moderno.
Ivan Muller, nascido na Rússia, fixou-se por volta de 1809 em Paris, cidade onde se situavam os principais
fabricantes de instrumentos em madeira da época. Começa então a introduzir alterações na construção do
clarinete, desenvolvendo intrincados mecanismos de chaves, permitindo combinações técnicas que de outro
modo só seriam possíveis com recurso a dedos suplementares...
Muller apresentou o seu “invento” (um clarinete com 13 chaves) ao Conservatório de Música de Paris em
1813.... E foi chumbado redondamente. Tal rejeição não derivou diretamente do sistema apresentado por
Muller, mas sim do entendimento que os mestres da época partilhavam de que este tipo de clarinete, com
afinação em Sib poderia acabar com os outros tipos de clarinete então existentes (com diferentes afinações)
pondo em causa a variedade tímbrica e recursiva a que tais diferentes clarinetes se prestavam.
O passo seguinte da evolução do clarinete foi à adaptação ao clarinete do sistema Boehm.
Tal como se referiu anteriormente, a introdução e estandardização do sistema Boehm decorreu a partir da
adaptação do sistema usado na flauta (cuja criação é atribuída a Theobald Boehm).
A idéia básica deste sistema é que a colocação dos orifícios do instrumento é feita em função de critérios
acústicos mais do que em critérios de conforto manual (os orifícios dos clarinetes não Boehm eram projetados
para facilitar o manuseamento mecânico das mãos). Desta forma, o recurso às chaves para abertura e oclusão
dos orifícios reveste-se de particular importância esbatendo assim as dificuldades mecânicas. O clarinete
boehm é hoje em dia composto por 17 chaves.
Este sistema foi, entretanto aplicado não apenas ao clarinete, mas também ao oboé e saxofone. Um sistema
híbrido é ainda utilizado no fagote.
O sistema Albert, como já se disse, ainda é usado em algumas regiões da Europa e Estados Unidos. A
principal limitação deste sistema de colocação dos dedos é que “obriga”, em determinadas circunstâncias, ao
cruzamento de dedos (dificuldade que o sistema Boehm ultrapassou) o que se torna particularmente limitante
em passagens mais difíceis que exijam destreza de dedos.
O sistema Auler (pronuncia-se “oiler”) por seu turno, também requer o cruzamento de dedos e difere bastante
do sistema Boehm. A sua principal particularidade reside na utilização de chaves com “rolamentos”
semelhantes às que se encontram nos saxofones. Este tipo de clarinete apresenta um conjunto de 22 chaves e
é usado, sobretudo na Alemanha
Teoria musical
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Teoria musical ou Teoria da Música é o nome dado a qualquer sistema ou conjunto de sistemas destinado a analisar, classificar, compor, compreender e se comunicar a respeito da música.
Uma definição sintética seria: a descrição, em palavras, de elementos musicais e a relação entre a simbologia da música e sua performance prática.
Por extenso, teoria musical pode ser considerada qualquer enunciado, crença, ou concepção de música (Boretz, 1995).
A teoria musical tem um funcionamento ambíguo, tanto descritivo como perceptivo. Tenta-se com isso definir a prática e, posteriormente, a influência.
Normalmente segue-se o padrão de intencionar reduzir a prática de compor e atuar em regras e/ou idéias.
Assim como em qualquer área do conhecimento, a teoria musical possui várias escolas, que podem possuir conceitos divergentes. A própria divisão da teoria em áreas de estudo não é consenso, mas de forma geral, qualquer escola possui ao menos:
Análise musical, que estuda os elementos do som e estruturas musicais e também as formas musicais, compreendendo:harmonia, melodia, contraponto, ritmo, forma, andamento, técnica composicional, solfejo, percepção e ditado.
Estética musical, que inclui a divisão da música em gêneros e a Crítica musical.
Notação musical, que estuda os sistemas de escrita utilizados para representar graficamente uma peça musical, permitindo que um intérprete a execute da maneira desejada pelo compositor ou arranjador, e cujas formas mais populares atualmente são a Partitura e a Cifra.
Ver artigos principais: Cifra e Partitura.
Nos campos da teoria musical muitos foram os grandes analistas, destacam-se: Schönberg, Rameau, Strauss e Wagner.
O estudo acadêmico da música também é feito pela musicologia. Essa, no entanto, difere-se da teoria musical pois estuda o ponto de vista histórico e antropológico da música, estudando a notação, os instrumentos, os métodos didáticos, a acústica, a história da música e a própria teoria musical sob o ponto de vista histórico evolutivo dos instrumentos e seus músicos.

A Wikipédia possui o
Portal de Música Clássica

[editar] Ligações externas
Outros Ventos - Teoria Musical Diversos artigos sobre teoria musical
Musica-e-Acordes.com Website com informação sobre teoria musical para amadores.
Solanomusic - Apostilas sobre Teoria Musical
Ricci Adams' Music Theory
Ricci Adams' Music Theory em Português Aulas sobre Teoria Musical
RowyNet Online music glossary in English, Deutsch, Français and Nederlands.
Curso de Teoria da Música de José Rodríguez Alvira em Português
Website sobre teoria da Música de José Rodríguez Alvira - em Inglês e Espanhol
Materiais didáticos de Teoria Musical - Escola de Música da UFBA
Exercícios para treinar o ouvido